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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Prévia: 007: Quantum of Solace

007: Quantum of Solace marca a entrada da franquia nos consoles da atual geração. Mesclando elementos de ambas as adaptações cinematográficas, Casino Royale e o ainda não lançado, Quantum of Solace, o game promete ser um dos melhores títulos relacionados ao espião mais famoso de todos os tempos...



Para fazer download de 007:Quantum of Solace Clique Aqui

Para ver mais da Prévia, videos, imagens, clique em Leia mais



A TreyArch, responsável pelo desenvolvimento do game, não poupou esforços e contará com uma engine aclamada por quase todos os jogadores atuais. O “motor” de Call of Duty 4 será responsável por dar vida ao título, o que, com toda a certeza, amplia as chances de obtermos um título repleto de efeitos visuais estonteantes e uma jogabilidade agradável.

O foco deverá ser mantido não somente em combates na perspectiva de primeira e terceira pessoa, mas também em eventos com mini-games, quebra-cabeças e momentos oriundos de ambas as versões cinematográficas. A equipe de desenvolvimento tem acesso aos roteiros e até mesmo aos atores dos filmes, o que deve resultar em uma experiência similar às versões do cinema.


O nome é Bond. James Bond

No título você irá encarnar o agente 007 na pele de David Craig, que também é o protagonista das versões para cinema, em eventos pertinentes a ambos os filmes. Um dos recursos mais marcantes é a possibilidade de alterar as perspectivas de visão — primeira e terceira pessoa.

Explosões em várias perspectivas. A mudança de perspectiva é um dos fatos que podem incomodar um pouco o jogador no início, pois o processo incomum exigirá um pouco de prática e costume, até que deva se tornar habitual.

Mas as facilidades também virão à tona, graças a um completo sistema de cobertura. Ao acioná-lo, você terá direito à maioria dos recursos habituais. Atirar rápido — praticamente sem mirar no alvo — mirar e disparar precisamente e mover-se rapidamente para outro local de cobertura serão ações fáceis e simples, sem muita frustração. O ambiente terá outras utilidades interessantes além de servir como proteção.

Rastros de um agente secreto

Em 007: Quantum of Solace a interação com o ambiente não irá se resumir apenas em atirar em galões vermelhos e explosivos. A TreyArch lapidou com cautela este recurso, e os resultados finais prometem ser muito agradáveis — principalmente para os aficionados ao game The Bourne Conspiracy.

Um belo exemplo disto é que ao atirar em um extintor preso à parede, os oponentes acerca do objeto terão sua visão extremamente prejudicada e ficarão inofensivos por alguns instantes. Nesta hora você deverá agir, contando com a opção de eliminá-los a longa distância ou executar uma finalização cinematográfica com direito a um mini-game dinâmico. Várias finalizações estão à espera dos jogadores, o que deve tornar a experiência ainda mais divertida.

Nada como um belo chute nas costelas para finalizar o oponente!

O fato também pode ser utilizado em momentos amenos, em que a discrição deve ser mantida. Ao se aproximar de um inimigo, o jogador poderá clicar com o analógico direito e acionar um mini-game no qual se deve pressionar rapidamente os comandos exibidos na tela. Caso obtenha sucesso, uma cena repleta de movimentos marciais alucinantes será exibida, variando conforme o local em que a ação foi realizada.

Ao avistar um inimigo em uma sacada, fumando pacificamente seu cigarro, Bond poderá acionar a finalização e empurrar o soldado oponente até que este obtenha um encontro nada agradável com o chão. Além disso, a sensação de estar no cinema também é explícita em momentos mais arriscados, como quando Bond esgueira-se na beirada dos prédios. Duas visões distintas serão exibidas e o jogador terá uma perspectiva interna e externa do ambiente, o que promete facilitar, e muito, a vida do agente secreto.

O dever de 007

Em momentos inevitavelmente repletos de ação, será possível notar almofadas, e inimigos, voando pelos ares e mesas se despedaçando pelo cenário. Além disso, a beleza gráfica é eminente: paisagens ao fundo e o realismo presente em ambientes fechados e até mesmo nos traços de Bond devem consolidar o título como um dos jogos mais belos da atualidade. Tudo graças a ajuda provida pela engine de Call of Duty 4.

Alguém chame o pessoal da limpeza! Afeitos com CoD4 provavelmente se sentirão em casa ao experimentar alguns eventos de Quantum of Solace. Ao acionar a visão em primeira pessoa, por exemplo, o estilo torna-se extremamente similar ao jogo de guerra contemporânea, com um sistema de controles e visuais semelhantes.

Entretanto, Quantum of Solace não se resumirá apenas a tiros alternados entre as perspectivas em primeira e segunda pessoa. Alguns quebra-cabeças estarão espalhados para provar que Bond não é só um agente secreto porque possui pinta de galã. A inteligência do protagonista e, obviamente, do jogador também serão testadas em jogo.

Soluções inteligentes

Existirão momentos em que as saídas óbvias se encontram escassas e é aí que o jogador terá de vasculhar pelo cenário em busca de artefatos indicando resoluções ou percursos alternativos. Objetos como celulares, por exemplo, irão fornecer informações importantes ao jogador, as quais serão essenciais para se livrar de um beco sem saída e continuar a percorrer pela jornada do agente.

007: Quantum of Solace sem dúvidas tem um grande potencial para se tornar um excelente jogo. Os gráficos vistos até agora não deixam a desejar, com efeitos de luz incríveis e detalhes extremamente realistas. Além disso, a interação com o ambiente deve ampliar ainda mais a sensação de realismo.

A TreyArch notoriamente não quer mais um game repleto de tiroteios. Isso se torna explícito devido à adição das variações nas perspectivas e dos momentos discretos — dignos de um agente secreto — os quais estarão presentes em Quantum of Solace. A ajuda provida pela engine de Call of Duty 4 é um dos fatores que mantém o título promissor. Resta esperar até 4 de novembro de 2008, data em que veremos se Bond conquistará novamente os jogadores nas plataformas Xbox 360, PS3, PS2, PC, Wii e DS.

A mistura de vários elementos deve consolidar Quantum of Solace.


Materia retirada do site baixakijogos

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domingo, 26 de outubro de 2008

Prévia: Tony Hawk’s Motion - Exclusivo para DS

Tony Hawk retorna de maneira inovadora no Nintendo DS.









Tony Hawk é com certeza uma das figuras mais conhecidas no mundo dos videogames. Seus jogos foram um sucesso estrondoso, gerando uma legião de fãs do esporte e até mesmo novos atletas entusiasmados com as possibilidades demonstradas pelos jogos. Os portáteis também não ficaram de fora, e ganharam diversos jogos relacionados sob o título Tony Hawk’s Pro Skater — cinco para Game Boy Advance e três para Nintendo DS...



Desta vez, a Viscarious Visions, equipe responsável por uma grande parcela dos títulos do skatista, resolveu largar os skates para descansar. Quem assume o papel no desenvolvimento do mais novo título relacionado a Tony Hawk é a Creat Studios, com um jogo que promete reinventar a roda nos portáteis.

Trata-se de Tony Hawk’s Motion, o tão especulado game exclusivo para Nintendo DS que conta com um periférico sensível a movimentos. Prepare-se para torcer e girar seu portátil com este jogo único e radical que promete reerguer a franquia.

Seu equilíbrio será testado em Tony Hawk's Motion. Tokyo e seus corrimões.

Praticando skate de forma única

Cada cópia de Tony Hawk’s Motion irá contar com um periférico com sensores de movimento que deve ser acoplado no slot para cartuchos do Game Boy Advance — disponível no Nintendo DS original e em sua versão Lite. Como muitos já sabem, a nova versão do portátil da Nintendo teve a entrada para cartuchos removida, algo que impede, até o momento, a execução de Tony Hawk’s Motion.


A velha forma de Tony Hawk, agora com snowboard. Quem já experimentou qualquer um dos títulos do skatista no Nintendo DS não se sentirá como um estranho na pista de skate. A engine utilizada em Motion será a mesma dos títulos antecessores, a qual foi criada pela Viscarious Visions. Além do periférico, o jogo também oferece algumas outras novidades interessantes.

A Creat Studios definitivamente se focou no público casual com seu estilo de jogabilidade. Assim como acontece no Wii, o “console para todos”, os controles abrangem comandos intuitivos e de fácil aprendizado. Para pilotar seu skatista, é necessário inclinar o console para a direita ou para esquerda, fazendo com que o acelerômetro do periférico detecte movimentos sutis.

Já para as manobras, Motion exige que o jogador movimente rapidamente o console, simulando a ação real ocorrida na prática. Nos corrimões o esquema é um pouco mais complicado e requer muita precisão nos movimentos do jogador. Além de ter de ser exato no momento do salto, é necessário manter o equilíbrio.


Radicalizando também na neve

Se cansar das rodinhas, arranque-as! Quatro localidades abrangem o mundo de Tony Hawk’s. Burlington e Zermatt são lugares para descidas com Snowboard, enquanto Tokyo e Dubai mantêm o tradicional skate. Sim, além das rodinhas, você também irá deslizar pela neve com suas pranchas. Fora esta mudança, Tony Hawk’s Motion também sofreu alterações na perspectiva em relação aos outros títulos para DS.

A progressão do novo jogo encontra-se mais dinâmica, fornecendo uma sensação ampliada de liberdade. Alguns momentos mais radicais serão enfatizados, como em Slalom e em determinados corrimões.
Dois jogos pelo preço de um

Aproveitando o lançamento do periférico sensível a movimentos, a Activision disponibilizou outro título que será incluso junto ao pacote de Tony Hawk’s Motion. Hue Pixel Painter não possui skatistas ou esportes radicais. Contudo, o jogo usufrui dos recursos da nova bugiganga da Activision, colocando o jogador no controle de uma bolha para realizar uma série de pequenos desafios. O objetivo de cada um deles é utilizar muita tinta para colorir objetos, adquirindo pontos de acordo com a velocidade em que a ação é executada.

Tony Hawk’s Motion definitivamente é um jogo promissor. Seu periférico com sensores de movimento aparenta ser uma excelente manobra para reerguer a franquia. Além disso, muitos frutos podem ser gerados a partir da geringonça, como é o caso de Hue Pixel Painter, game incluso no pacote de Motion. Snowboards e novos desafios são apenas algumas das novidades de Hawk, em um jogo com data de lançamento prevista para o mês de novembro.


Matéria retirada do site Baixakijogos




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sábado, 25 de outubro de 2008

Prévia: Guitar Hero World Tour


Guitar Hero World Tour (previamente conhecido como Guitar Hero 4) é o mais novo integrante da série Guita Hero, que marcou pela sua fórmula inovadora mesclando guitarras com jogos rítmicos...


Assim como acontecia nos jogos anteriores, em Word Tour o músico em potencial deve empunhar sua guitarra de botões coloridos (na falta de uma pode-se usar o controle, porém com alguma provável perda de precisão... e diversão) e seguir as combinações de notas/botões que despencam na tela ao som de alguns dos maiores clássicos do rock e também de bandas emergentes.
World Tour marca por ser o primeiro da série a permitir que uma banda inteira possa tocar, oferecendo agora além de guitarra (base e solo) também baixo e bateria (para a qual existe um kit próprio). Além disso, o jogo ainda contém um modo chamado “Battle of the Bands”, onde duas bandas (totalizando um máximo de oito jogadores) podem competir simultaneamente pela melhor performance.
Entretanto, uma das adições mais significativas de World Tour ainda é a do software Music Studio, que permite que o jogador crie suas próprias músicas. Posteriormente, estas podem ser compartilhadas pela internet através do GHTunes.O jogo ainda inclui novas possibilidades de personalização do avatar, um modo “Boss Battle” reformulado (agora os famigerados power-ups não são mais tão decisivos), o modo Easy Rhythm (trazendo um desafio mais fácil ao estilo “pais e filhos”) e periféricos wireless.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Prévia: Silent Hill - Homecoming

Saiba mais sobre os primeiros momentos de Homecoming.


O título atribuído ao mais novo game da franquia
Silent Hill não foi escolhido casualmente. Homecoming, ou “o retorno a casa” em uma tradução livre para o português, retrata a jornada de Alex Shepherd para sua cidade natal de Shepherd’s Glen. Além de focar na vida do veterano de guerra, o jogo também retoma as origens do que a própria cidade de Silent Hill significa: um lugar realmente assustador...



Recentemente, diversas informações sobre o jogo foram reveladas. Muitas delas deram as caras na Electronic Entertainment Expo (E3) de 2008, enquanto o restante amedrontou os espectadores da Games Convention. As primeiras horas já puderam ser conferidas, e podemos afirmar que a rotina de Shepherd não será nada fácil.


Lutando contra o desconhecido

A atmosfera de Silent Hill sem dúvidas está presente em Homecoming. O game se inicia literalmente dentro de um pesadelo, em que o protagonista Alex encontra-se preso em uma maca no famoso Alchemilla Hospital (local conhecido pelos fãs da série).

Shepherd é arrastado pelos corredores do sinistro hospital, enquanto luta para tentar se livrar das amarras que o prendem. Enquanto isso avista várias paisagens e seres nada agradáveis. Finalmente, Alex é abandonado em uma sala de operações onde nota a silhueta de um inimigo desferindo golpes em uma enfermeira com sua gigantesca espada.

Onde estou? Quem sou eu?

Nos momentos consecutivos, Alex encontra seu tão procurado irmão, Joshua, em um local aparentemente inalcançável devido a uma porta trancada. Shepherd está determinado a salvar seu irmão, mas para isso tem de encontrar um código de segurança para desbloquear o obstáculo — típico de Silent Hill, não? Após procurar pelos assustadores corredores, Alex encontra a senha de seis dígitos em uma máquina de raio-x. Quando o encontro aparentava estar prestes a se consolidar, Josh simplesmente foge de seu irmão.

Você então segue o menino até um banheiro, mas, ao invés de seu pequeno irmão você encontra uma faca enfiada em um espelho quebrado. Após adquirir sua nova arma, Alex escuta a famosa, e assustadora, sirene de ataque aéreo. Se nos games anteriores a transição do mundo “agradável” para o mundo aterrorizante já era assustadora, em Homecoming ela deve ser ainda mais intimidante.

Alterações nada agradáveis

Desta vez, a transição não irá ocorrer fora das câmeras em jogo, como ocorriam em todos os jogos da série. Tudo acontece em tempo real, em animações que se assemelham muito a adaptação cinematográfica da franquia, lançada em 2006.

O terror chegará em tempo real.
O ambiente começa a se alterar gradualmente, enquanto ferrugem e podridão surgem por toda parte sob meio de geração espontânea. Além disso, a pintura das paredes começa a se desprender para um sentido contrário ao que normalmente ocorreria em nosso mundo. Quando tudo acaba, você se encontrará em um hospital completamente alterado, e inicia uma batalha com as enfermeiras características da franquia.


Nos outros games da franquia, muitos jogadores enfrentavam problemas ao encarar combates contra as diversas criaturas horrendas que compõem o game. Entretanto, em Homecoming esse fato promete ser extinto. O veterano de guerra possui uma excelente familiaridade com várias armas distintas, elevando-se a um patamar superior em relação aos protagonistas dos games anteriores.

A solução de seus problemas

Os golpes podem variar entre ataques fortes e fracos, e existe a possibilidade de combinar ambos para nocautear ou até mesmo incapacitar os oponentes. Você também terá a chance de dar um fim nos seus inimigos com um incrível golpe de execução, que irá exibir as famosas animações cinematográficas — algo muito comum nos jogos da atualidade.
Quem aí vai querer monstro fatiado?
Para se defender, é possível rolar e, em seguida, aplicar contra-ataques para demonstrar quem manda. Mas não pense que tudo será simples como parece, pois a inteligência artificial dos inimigos foi devidamente aprimorada para compensar o leque de habilidades de Shepherd. Como se não bastasse, você muitas vezes terá de enfrentar diversos inimigos de uma só vez, algo que irá obrigar o jogador a demonstrar toda sua destreza.

Fora as enfermeiras, o jogador também irá encontrar no banheiro diversas criaturas denominadas Swarm que possuem aspectos muito similares a insetos. Após encontrar Joshua no banheiro, Silent Hill novamente complica as coisas, e o pequeno irmão demonstra-se mais interessado em seu Robbie the Rabbit (o horripilante mascote do Lake Side Amusement Park). Mesmo após unir ambos, o pequeno Josh não pára de correr, e acaba guiando seu irmão mais velho até um elevador.

Compartilhando seus medos

Depois de todos esses conturbados acontecimentos, Alex retorna à realidade e acorda em um taxi dirigido por ninguém menos que Travis Grady, o protagonista de
Silent Hill: Origins. O soldado então é deixado em sua cidade natal, Shepherd’s Glen, a qual aparenta compartilhar uma série de características com a famosa Silent Hill.

Ambas as cidades contam com sinais de boas-vindas, praticamente idênticos. Além disso, estão cobertas por uma misteriosa neblina, localizadas à beira do lago Toluca e contam com ruas que possuem nomes de pessoas (diretores de filme de terror, como é o caso de Shepherd’s Glen). O pouquíssimo número de habitantes é outro fator pertinente a ambas as cidades.

Homecoming também contará com elementos clássicos da franquia.

Quando o protagonista chega a sua casa, nota-se que as coisas não andam muito bem na família de Shepherd. Sua mãe informa que Josh desapareceu, e outra busca se inicia. Desta vez em um porão inundado, e com Alex contando com de um cano de ferro — utilizado também para quebrar objetos — e um novo monstro para ser abatido, o afiado Lurker. Com a promessa de encontrar seu irmão, Alex percorre o local até chegar a um jardim e seguir rumo ao cemitério de Shepherd’s Glen.

Obviamente, o local é extremamente assustador e conta com novas criaturas. Denominado Feral, o enorme e sem pele cão de caça possui ataques que podem deixar o jogador com um aspecto similar ao monstrengo — e isso não é nada agradável. Para complementar o clima, uma pessoa esquisita cava túmulos misteriosos. Nesta parte, o jogador tem de resolver um pequeno quebra-cabeça, algo que provavelmente irá ocorrer muito em Homecoming.

Ele está de volta!

Após estes eventos, o protagonista aparece subitamente na cidade que dá nome à franquia, Silent Hill. Diversos monstros habitam o local, e uma nova arma é encontrada, um machado contra incêndios. Obviamente, a nova arma será útil não só contra inimigos, mas também para quebrar obstáculos. Depois de perambular pela cidade, encontra-se o Grand Hotel, local em que Josh é novamente avistado.

Um amigo nunca lhe abandona.
Além de seu irmão, outro ser também dá as caras. O monstrengo Needler é revelado, e possui uma aparência similar a uma aranha, mas com cabeça humana. Seus braços assemelham-se a foices e são extremamente fatais caso atinjam o jogador. Mas Needler não é a única criatura hospedada no Grand Hotel, e a outra, é muito mais assustadora.

Caminhando pelo hotel, é possível ouvir o som de passos pesados e metal sendo arrastado. Alex rapidamente se esconde atrás de um obstáculo e finalmente pode avistar o responsável pelos misteriosos barulhos: o temido Pyramid Head. Um dos monstrengos característicos da série irá retornar em Homecoming, e, provavelmente, de maneira mais aterrorizante do que nunca.

Proporções assustadoras

Um último ser é então apresentado, o misterioso Sepulchur. O primeiro chefe a amedrontar público dá jus a seu cargo, e tem uma aparência totalmente repugnante. Diversos sacos de carne cercam o demônio, que se assemelha a uma gigantesca árvore.


Silent Hill: Homecoming possui diversos aspectos característicos da série, e diversas novidades que devem aprimorar ainda mais o terror fornecido pelo jogo. Além disso, excelentes efeitos de luz e sombra dinâmica retocam o temido ambiente abrangido pelo título. Os problemas psicológicos de Alex aparentam ser realmente intrigantes, e a até então eterna busca pelo seu irmão deve gerar muitos acontecimentos. Ouse conhecer a aventura de Alex Shepherd em 30 de outubro, data em que a transição do mundo atual para Silent Hill: Homecoming ocorre no PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Matéria retirada do site Baxakijogo


CLIQUE AQUI PARA FAZER DOWNLOAD DE SILENT HILL - HOMECOMING

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Prévia: Prince of Persia Next Gen

A Ubisoft levou até a Tokyo Game Show deste ano o mais recente trailer da nova versão do Príncipe da Persia. Um show de cenas com gráficos belíssimos.
Com certeza o príncipe sabe bem o que é trabalho em equipe.A jornada começa em Dezembro deste ano para Nintendo DS, PC, Playstation 3 e X-Box 360.

Os personagens e a jogabilidade cooperativa:
Até agora, só sabiamos que o jogo teria o Príncipe, como personagem principal, e uma garota chamada Elika que vai ajudar o protagonista em todos os momentos.
Elika será controlada pela inteligência artificial e não é daquele tipo de personagem secundária que fica atrapalhando o tempo inteiro.
Segundo produtora, Elika foi projetada para não atrapalhar o Príncipe, não importa o que aconteça, por exemplo, se ela não consegue subir até o lugar que o príncipe está, ela vai dar um jeito, ele não precisará se preocupar em ter que puxa-la e tudo mais.De mais, ela não fará nada que você não pedir, e para pedir, terá um botão especial para dar cada comando a ela. Dependendo da ação dada, combos lindos e várias acrobacias especiais podem surgir entre Elika e o Príncipe. A segunda personagem vai te ajudar com magias, e será peça fundamental em vários puzzles, tendo o poder de, por exemplo, usar sua magia para ver o futuro e ajudar em situações dificeis. Por enquanto isso é tudo o que sabemos sobre eles, mas muito ainda será revelado, principalmente sobre Elika, que promete muito, tanto em termos de história quanto de jogabilidade.



A história:


Pouco se sabe sobre a historia, mas o que foi revelado até agora, é que o Príncipe foi pego por uma tempestade de areia, onde cai em um oásis. Lá ele conhece Elika, que é uma das poucas Ahuras sobreviventes. Os Ahuras são guardiões responsáveis pela proteção da prisão de um espírito maligno chamado Ahriman, que se libertou e começou a espalhar sua maldade pelo mundo. Como dever de Elika, ela resolve sair junto com o Príncipe para ajudá-lo a combater Ahriman. É ai que começa a história.









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Prévia: Dragon Ball Z Online


O famoso anime Dragon Ball Z, a grande série popular de Akira Toriyama, terá um jogo MMORPG para PC .Dragon Ball Online está sendo desenvolvida pela NTL com a supervisão de Akira, e irá preservar toda a essência do mundo da série. A história irá ocorrer em um futuro distante depois do final da série GT, mas irá manter os personagens com os rostos tradicionais da série, dando ao jogador a liberdade de personalizar a aparência, como o cabelo e a roupa.





O jogo se passa 250 anos depois da história de Dragon Ball Z.
- Completando quests, o jogador vai ganhando XP até alcançar level up. Será possível juntar as Dragon Balls e realizar um desejo.
- Para manter o clima do anime, o jogo estará utilizando o efeito toon shading que transforma o gráfico estilo desenho.
- Terá batalha intensa da série, assim como ataques especiais tradicionais da série. O sistema utilizado na batalha ainda é desconhecido.
- Os jogadores poderão participar do torneio Tenkaichi Budokai .
- Com a máquina do tempo, será possível formar um grupo de quest com a missão de voltar ao passado para participar dos principais eventos de Dragon Ball Z.
- O rumor de sair para Xbox 360, ele não está em desenvolvimento e não teve nenhuma declaração oficial ainda.
O jogo no momento so existe no Japão e na Coréia do Sul e há uma estimativa para que o jogo chegue na América ano que vem.

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Previa: Castlevania - Judgment

A Konami trouxe à Tokyo Game Show o novo trailer da franquia mais famosa da Empresa: Castlevania.Em Castlevania: Judgment, o esquema de jogo adotado não será o já tradicional adventure/RPG, mas sim será um game de luta, onde heróis e personagens bem conhecidos duelarão através do tempo uns contra os outros e também contra a horda de vilões imortais.Estarão presentes Alucard, a jovem Maria Renard, a Morte, além do próprio Dracula. E o clã Belmont estará representado por Simon Belmont, sempre acompanhado do chicote lendário, o Vampire Killer.

Confira o vídeo:





Materia retirada do site: OrionGames

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Prévia: Need for Speed Undercover

EA fornece uma pequena amostra de Undercover.
Após os misteriosos sinais a respeito da continuação da estrondosa franquia Need for Speed, da Electronic Arts, a grande empresa confirmou algumas informações a respeito do seu mais novo título: Need for Speed Undercover. E quando o assunto é Need for Speed, a balbúrdia toma conta dos assíduos fãs da série.

Undercover tem tudo para ser o melhor de todos os NFS. Velocidades incríveis e altas apostas de perigo vão fazer com que os jogadores experimentem corridas alucinantes. Comparado pelo próprio John Riccitiello — diretor executivo da EA — com o filme Carga Explosiva, Undercover apresentará um sistema sólido de missões e diversas opções de corrida com perseguições policiais.
Alguns fariam um certo estrago com este Audi.


Uma sensação dos cinemas

Maggie Q, a famosa atriz do cinema internacional, realizará uma forte participação no novo NFS. A atriz será a principal personagem do jogo. Segundo Bill Harrison, produtor executivo de Undercover, "trabalhar com um talento como Maggie Q nos permite sair com um nível de história sem paralelo que manterá os jogadores presos entre corridas a 180 milhas por hora".

O mesmo Harrison afirmou que a história de ação intensa e cativante do jogo fará com que os jogadores mergulhem de cabeça no mundo de ficção de Tri-City Bay Area. Dessa forma, Maggie Q irá colaborar de maneira essencial para que os carros quentes envolvam rapidamente o jogador em batalhas destruidoras pelas ruas.


Maggie Q (estrela dos filmes Duro de Matar 4.0 e Missão Impossível III) assumirá o papel da agente federal Chase Linh. Os gamers seguirão as instruções da sedutora protagonista assim que forem avançando nas missões do jogo. Certos trabalhos arriscados deverão ser feitos e corridas insanas serão realizadas para que os jogadores se infiltrem profundamente em um impiedoso sindicato internacional do crime. Sinistro, não?

Com isso, Maggie Q, que sempre foi fã de jogos de corrida, será fundamental para o futuro do jogador em Undercover. Depois do trabalho em Undercover, a atriz relatou que mal espera ver o jogo completo, que conta com uma qualidade de produção fora de série, segundo Maggie.

Cenários comuns, ao contrário das corridas.

A polícia toma conta

A Black Box está desenvolvendo o novo NFS de tal maneira que os cenários policiais tomem conta da maior parte do enredo do game. A jogabilidade fácil e atraente será unida às histórias nas quais o jogador será um policial infiltrado fortemente nas gangues do crime internacional.

A essência do jogo, segundo Scott Nielsen (um dos produtores de Undercover) será a perseguição. Segundo Nielsen, tudo será resumido a "perseguir ou ser perseguido". Ainda assim, esse conceito será apresentado de três maneiras diferentes: através do Heroic Driving Engine, através das batalhas nas estradas e através dos disfarces.

Pise fundo com Undercover.

Com o Heroic Driving Engine, os jogadores terão a oportunidade de realizar as mais variadas acrobacias nas pistas. Os gamers serão encarados como heróis dignos de grandes produções de Hollywood. O motor de jogo não será restrito apenas às acrobacias, mas também se estenderá ao sistema de danos, à inteligência artificial e à forma como tudo isso será interligado.

Quanto à pancadaria dentro das pistas, Nielsen afirma que a inovação irá marcar o novo NFS. Palavras-chave para as corridas: intensas, emocionantes e únicas. Ultrapassar oponentes de diversas maneiras a 150 milhas por hora? "Só jogando para entender", de acordo com o produtor.

A polícia será fundamental.

Poucas informações e muita água na boca

Apesar de Nielsen não ter revelado a lista de carros que aparecerão em Undercover, uma grande variedade de veículos é uma das promessas para o jogo. Marcas européias, americanas e japonesas aparecerão no game, bem como modelos clássicos e as maiores novidades dos famosos salões de automóveis.

Além do "modo história" intensamente elaborado, os desenvolvedores ainda não revelaram detalhes a respeito de possíveis modos online ou "Garage Modes". No entanto, a Games Convention 2008, em Leipzig, fornecerá maiores informações a respeito do promissor título.


Need for Speed Undercover será lançado no dia 18 de novembro na América do Norte e no dia 21 de novembro na Europa. As plataformas que receberão o jogo são PlayStation 2, PlayStation 3, PlayStation Portable (PSP), Nintendo DS, Nintendo Wii, PC e Xbox 360.


Materia retirada do site: baixakijogos

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Prévia: Tomb Raider: Underworld (NDS)


Desenvolvedor:Crystal Dynamics
Distribuidor:
Eidos Interactive
Gênero:
Ação/Plataforma
Lançamento:
21 de novembro de 2008
Faixa etária:
Indefinida






Lara Croft desfila em um ambiente mais dinâmico, detalhado e interativo.
Conforme o lançamento de Tomb Raider: Underworld vai se tornando mais próximo, mais e mais novidades e/ou promessas vão aparecendo. Ao que parece, a EIDOS pretende que o título seja realmente um divisor de águas — e, presumivelmente, dessa vez eles falam sério. Basicamente, os pilares são: máxima interação com o ambiente, inúmeras animações para os movimentos de Lara e um esquema de ataque absolutamente reformulado.


Tipicamente Tomb Raider

É claro que as novidades parecem ficar mesmo no campo da jogabilidade, já que a história, convenhamos, está bem de acordo com o que se encontrava nos títulos anteriores: fantástica, improvável e bastante envolvente. Lara dessa vez parte em busca do lendário machado de Thor, o que, ao contrário do que se poderia pensar, leva a heroína a diversos lugares nem um pouco nórdicos do globo como México, Tailândia e algumas regiões do mediterrâneo.

Lugares inesperados e criaturas inéditas.

Isso porque, ao que tudo indica, a lendária arma possui uma enorme ligação com várias civilizações diferentes, possuindo poder suficiente para destruir a Terra. Mas é isso, sem mais spoilers. Basta concluir que essa faceta da história cai como uma luva; é a deixa para o jogo trazer diversos ambientes distintos que devem promover a tão alardeada interação com os cenários.

Embora a história principal de Underworld se passe algum tempo depois dos fatos de Tomb Raider: Legend, os desenvolvedores resolveram adicionar uma espécie de resumo dos títulos anteriores, o que deve ser uma ótima oportunidade tanto para interar novos jogadores quanto para refrescara a memória de fãs de longa data. A mansão croft também foi novamente incluída, servindo novamente como tutorial. Entretanto, dessa vez as condições serão bem mais adversas, na medida em que Lara deve escapar de um luxuoso solar em chamas.


Controles muito mais versáteis

O que mais tem chamado a atenção em relação à jogabilidade de Underworld é sem dúvida a possibilidade de se mirar em mais de um alvo por vez. Entretanto, o combate com armas de forma geral parece ter um potencial (e uma utilidade) bem maior agora. Bem, as duas pistolas ainda serão as armas default da heroína. Entretanto, ela também poderá escolher entre um rifle de assalto, uma submetralhadora, uma arma de tranqüilizantes e um arpão a qualquer momento, sendo que cada uma será mais adequada a um inimigo diferente.

Controle a bela Lara em lugares sinistros. A possibilidade de se mirar em vários alvos ao mesmo tempo mostrará a sua utilidade nos diversos momentos em que a heroína se verá cercada por toda espécie de animais ferozes (pois é, ainda são animais, para desespero dos ativistas de plantão). Também será possível alternar entre os alvos utilizando o direcional esquerdo, a fim de atacar um inimigo que esteja mais próximo. Atirar agora também vai arrancar certas portas de suas dobradiças, ocasionando uma oportuna passagem entra áreas.

Underworld ainda mantém os famosos tiros baseados no nível de adrenalina. Entretanto, agora não será mais necessário esperar que a barra se complete para, enfim, disparar um tiro fatal no inimigo. A qualquer momento você poderá utilizar a quantidade disponível na barra para disparar um tiro que vai tirar uma quantidade consideravelmente maior de energia. O mecanismo ainda é o mesmo, o tempo transcorre mais lento e será necessário um bom timing para disparar no momento exato.

Os movimentos de Lara também passaram por uma ligeira reformulação, parecendo agora ainda mais contextuais. Lara agora será capaz de rolar sob destroços, e o mesmo botão também deve ajudar a desviar de ataques. Existe também um único botão que deve servir para interagir com o ambiente, gerando efeitos distintos dependendo da situação (como pegar itens e acelerar as escaladas).


As parafernalhas de Miss Croft

Entre todas as geringonças que acompanham Lara através do jogo, possivelmente o seu PDA seja o mais útil. O prático equipamento não só inclui um sonar que gera um mapa 3D das cercanias como também mantém um diário contendo o desenvolvimento da história, fotos tiradas pelo jogador e dados sobre personagens encontrados durante as viagens. O dispositivo ainda guarda um inventário dos itens carregados.

Algumas supresas durante a caça de tesouros. O aparelho ainda mantém a função de “guia de campo”, que nada mais é do que um “cheat” ortodoxo. Quer dizer, naqueles momentos em que você estiver parcial ou completamente perdido, talvez seja a hora de pedir uma dica sobre o que fazer e mesmo aonde ir. Utilizando a opção “dica”, a própria Lara indicará um ponto que ao qual você deveria dar mais atenção. Já utilizando a opção “tarefa”, o jogo diz despudoradamente o que se deve fazer.

Felizmente para uns e infelizmente para outros, as dicas não servirão para resolver os muitos puzzles de Underworld. E, por falar nisso, Lara agora terá pela frente vários puzzles que, embora lembrem bastante o estilo clássico de TR, envolvem todo o cenário em um escala sem precedentes.

Estão novamente presentes os clássicos itens espalhados pelo cenário. Basicamente, eles pertencem a duas categorias: tesouros e relíquias. Enquanto que os tesouros podem ser encontrados em várias partes do cenário durante uma fase, as relíquias são muito mais raras, sendo que existe apenas uma por fase. Presumivelmente, coletar esses itens vai novamente liberar uma série de extras, como rascunhos de ambientes conceitos artísticos dos personagens do jogo.


Underworld de fato tem mostrado não só ambientes mais ricos e detalhados, como também tem dado mostras de que pode incluir uma jogabilidade funcional sem precedentes na série. além disso, a interação de Lara com os ambientes parece acontecer de forma muito mais fluída, tanto nos ataques como nos saltos e escaladas.


Materia retirada do site: baixakijogos

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